Cada aplicação pode ser um sistema complexo e único, chegando a requerer, por exemplo, 10 servidores ou outros dispositivos para funcionar. Isso corresponde a cerca de 20 mil componentes espalhados por continentes e todo o tipo de fronteiras técnicas e culturais. Cada componente constante e incessantemente necessitando da troca de mensagens e conversas com os outros o tempo todo sem descansar.

Com toda essa quantidade de componentes, exige-se uma mudança organizacional na abordagem de TI na sua empresa. Além disso, é importante reforçar que sistemas e aplicativos não são criados apenas para trocar dados entre si. Eles têm como objetivo apoiar os processos, independentemente de qual seja a sua atuação. Por isso, a área do TI se faz essencial para o negócio.

Sabendo que os sistemas não trocam informações diretamente e entendendo qual organização sua estrutura atual necessita, você já pode começar a usar um ESB. E com isso, se inicia o trabalho de expor e trazer os serviços dos sistemas integrados com o ESB. Desta forma, na maioria dos casos, apenas um método de acesso, ou uma interface, precisa ser definida entre cada sistema e o ESB. Este fato sozinho já é suficiente para que considere introduzir um ESB na sua empresa.

Digamos que seja necessário que um dos sistemas que você utiliza seja reescrito ou quebrado entre departamentos e fornecedores. Ou até que precise trocar de administrador. Será responsabilidade dos profissionais de ESB lidar com essas mudanças. Porém, nenhum dos outros sistemas perceberia alguma coisa, uma vez que as interfaces deles com o ESB ficariam intactas.

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